E defendeu uma vez um sábio camarada chamado Platão a teoria da caverna.
Anos atrás, quando fui obrigada a tentar entender tal teoria nas compulsórias aulas de Filosofia, nunca compreendi o real significado dessa ideia. Mas eis que venho defender uma nova teoria da caverna. Dessa vez, no entanto, filosofei e conclui que essa teoria pode ser aplicada a um sentimento que tive ontem, ao assistir o novo blockbuster “New Moon”.
Hoje em dia, uma caverna chamada cinema faz a gente acreditar que TPM não existe , Mr. Right vai sem querer esbarrar na gente em um dia ensolarado, e que o homem perfeito vai achar a maneira mais romântica do mundo de te pedir em casamento – sem contar no anel que provavelmente virá numa caixinha azul-turquesa.
Só não vejo como tudo isso pode acontecer. Só queria poder acreditar e sentir que os filmes e livros românticos não estão errados. O cara perfeito vai aparecer! (Será?)
Mas até lá, faço um apelo. Proíbam-se os filmes que fazem a gente se sentir mal por não ter alguém. Proíbam-se os filmes que fazem a gente se perguntar por que a vida não pode ser tão perfeita. E principalmente: proíbam-se os filmes que fazem nossos corações baterem mais fortes por vampiros e lobisomens.
